A sociedade da aprendizagem e o desafio de converter informação em conhecimento

Nunca na história da humanidade dedicou-se tanto tempo ao estudo, e nunca antes fracassou-se tanto no tentativa de aprender. Com a produção diária de uma vasta gama de dados, inabsorvíveis até mesmo pelas mentes mais brilhantes, gerir o conhecimento é primordial para que possamos navegar neste mar.
As tecnologias da informação possibilitaram, a todos aqueles informaticamente alfabetizados, a publicação de suas ideias e posicionamentos, não apenas democratizando este processo, mas principalmente contribuindo para avalanche de fluxo informativo.  A postura crítico  diante da vasta gama de informações exige do leitor novas competências cognitivas.
Diante desta nova realidade, na qual a escola já não mais é detentora das informações, cabe-lhe um novo papel: “formar alunos para terem acesso e darem sentido à informação, proporcionando-lhes capacidades de aprendizagem que lhes permitam uma assimilação crítica da informação.”
Vivemos a era das incertezas, onde as verdades são questionadas, analisados e modificadas. Cabe a escola contribuir para que o educando construa seu ponto de vista, sua verdade a partir das diversas verdades possíveis, formando aprendizes mais flexíveis , eficazes e autônomos, capazes  de enfrentar as novas demandas.
A gestão do conhecimento exige além da capacidade de adquirir a informação, interpretar, analisar, compreender e comunicar a informação, exigindo uma nova postura discente diante do processo de ensino aprendizagem, concebendo uma nova cultura de aprendizagem.
Na sociedade atual, gerir o conhecimento é primordial para que possamos enfrentar as tarefas os desafios impostos. Neste contexto a aquisição do conhecimento possui um papel central, uma vez que, aquele que não tem acesso as formas de representação, sejam elas escrita e numéricas, ou gráficas, artísticas, etc está socialmente excluído.



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