Observação: Consideraremos uma boa participação aqueles que contribuam com pelo menos uma mensagem significativae se engajem em pelo menos uma discussão argumentativa.
Muito profundo o vídeo a que assistimos, tanto no âmbito profissional quanto pessoal. Assim como na vida pessoal, a acomodação é um sinal de que não há mais busca pelo novo, por desafios, por motivação, quando parece que já tem- se tudo que poderia alcançar... Assim também o é na vida profissional. Hoje já se está “acostumado” e muitos acham até natural o famoso “jeitinho brasileiro” de resolver as coisas. Já nos acostumamos com a violência, com a corrupção, com a desvalorização de algumas profissões... Embora saibamos que para algumas questões não há soluções rápidas, precisamos de entusiasmo, de motivação e de dinamismo na nossa prática docente. Caso contrário, seremos cúmplices de uma educação onde não há aprendizagem significativa. Aulas interativas, métodos diferentes, uso de tecnologias, ambientes variados para aprendizagem, pesquisas, saídas de campo, contextualizar os assuntos trazidos, buscar a autonomia no aluno, ensinando-o a pesquisar... são algumas das ações de um professor preocupado com a educação.
O texto apresentado no vídeo é bastante complexo, não pelas palavras ou termos utilizados, mas sim pelas reflexões a que remete. De fato, estamos acostumados a uma série de coisas ou situações no nosso dia-a-dia, tanto pessoal como profissional; estamos inseridos num agito ou corrida diária que, mesmo sem perceber (ou percebendo, mas sem "insight" para mudar), caímos no que podemos chamar de "zona de conforto". Como educadores, também estamos acostumados a agir de determinadas maneiras ou didáticas, esquecendo de buscar alternativas. Muitos de nós, entram na sala e só saem na hora do intervalo ou no fim da aula; muitos respondem ao aluno "isto não é a minha área"; ficamos agradecidos quando os alunos passam o turno sentados, quietos e trabalhando... Precisamos nos desacomodar, refletir e perceber com o que estamos acostumados e o que devemos mudar para realmente atingir os objetivos da educação, em busca da aprendizagem significativa e da participação do aluno crítico.
Relembrando a frase de Gerhard Bernard Shaw: " Não sou um professor; apenas um companheiro de viagem para quem você perguntou o caminho. Eu apontei adiante, adiante de mim mesmo e de você."
Discordo com o início, SOMOS PROFESSORES SIM!
Mas sim, temos que apontar os caminhos, novos caminhos, outros caminhos!!!
Assim teremos um aluno observador, participativo, pesquisador, autônomo.
Concordo com você Daniela. Muitas vezes estamos trabalhando com nosso aluno nessa "zona de conforto". O simples fato de sentarmos um atrás do outro, usarmos o livro didático como única referência muitas vezes,são indícios de que nos acostumamos a algumas práticas. Por isso me questiono muitas vezes: o que realmente é uma aula significativa para nossos alunos? Abraços.Elaine
Concordo com a fala, pois a nossa vida é uma correria só. Não paramos nunca, se esquece até de viver, sentir, sorrir, sempre lutando. Não se rebate em nada, sempre se concorda em tudo para não sofrer as consequências. Nos educadores devemos formar cidadãos críticos, conscientes que saibam fazer escolhas significativas para a sua vida. Que sejam capazes de argumentar e defender a sua opinião.
O texto é a mais pura verdade. Todos correm, e correm o dia todo. Ou é prá isso ou é prá aquilo. Mas como fazer diferente se estamos inseridos num mundo capitalista e globalizado, onde o TER é mais importante do que o SER? Ninguém tem tempo. Sempre estamos atrasados. Dizia-se quê, quando viesse o computador, aí sim, teríamos mais tempo para nós. Ironia. Com tudo isso, quem mais sofre são as nossas crianças, que falam, falam o dia todo, mas ninguém tem tempo de escutá-los. Na escola, temos pressa com os conteúdos, as metas, as provas... Em casa, liga-se todo e qualquer aparelho para se interter a criança. Depois, vai dormir. É outro dia. Tudo começa de novo e a gente vai se acostumando....
Interessante as tuas colocações! Porém não podemos deixar a correria tomar conta de tudo.Cuidado com a pressa... Devemos lembrar que na sala de aula temos ritmos diferentes de aprendizagem,que precisam ser respeitadas e enfrentadas. Sendo assim, precisamos estar nos atualizando a cada momento, procurando fundamentação teórica e subsídios para avançar. Acredito que uma das melhores formas de trabalhar com as diferenças na sala de aula é através dos projetos escolares, onde existe uma maior interação do aluno e do professor. O professor deve saber desenvolver os conteúdos nos projetos que são trabalhados em sala de aula, tornando a aula mais interessante e desafiando motivando os alunos a participar.
Interessantes as colocações feitas por vocês gurias! Ao assistir o vídeo, questiono certas práticas com as quais nos ACOSTUMAMOS: aulas divididas em períodos, disciplinas, conteúdos... São concepções compreendidas como verdades absolutas, que não são questionadas. Penso que é nosso função, como educadores, questionar constantemente nossa prática, nos conscientizarmos da pressão exercida pelo mercado de trabalho sobre a escola, saber qual o valor que o currículo escolhido tem para os alunos e para a comunidade, a quem favorecem nossas escolhas e como estas escolhas nos afetam.
O vídeo é muito interessante, mexe com a gente. Devemos realmente pensar em tudo aquilo que a gente se acostuma, mas na educação temos que ter o cuidado para não se acostumar. Nós educadores precisamos buscar atualizações, ter uma boa formação, usar novas tecnologias, atualizar-se em novas tecnologias, saber trabalhar bem em equipe, planejar e avaliar sempre, ter atitudes e posturas profissionais. Como disse a palestrante de sábado, devemos formar pessoas pensantes que saibam fazer suas escolhas , ensinar a questionar e pesquisar. “ As pessoas devem se alinhar e trabalhar juntas em direção a uma meta, mas isso não acontecerá sem uma cultura da confiança.” Vineet Nayar
O vídeo "A gente acostuma, mas não deveria" nos diz muito. Muitas vezes é mais facil acostumar pois sempre é do mesmo jeito e por isso é mais cômodo. Sabemos que ousando e criando o novo, temos melhores resultados, mas também é mais trabalhoso e assim vamos fazendo como sempre e nos acostumando. Como educadores devemos sair da zona de conforto e também tirar o nosso educando da sua zona de conforto, desafiando a se preparar mais e melhor para os obstáculos que terá que enfrentar na vida.Não somos máquinas que precisam obedecer aos programas nelas regulados, somos seres pensantes e que devem formar opinião própria e seguir sempre em busca de seus ideais.
"Se acostuma mas não deveria". De fato o vídeo apresentado mexe com a gente e nos faz refletir, de imediato nos faz repensar no verdadeiro valor da vida, momentos em que nos perguntamos: O que fazemos? Onde queremos chegar? Qual é o caminho a seguir? Onde está a felicidade? Muitas vezes as coisas importantes estão bem próximas de nós e deixamos de enxergar. Portanto devemos nos organizar e planejar as coisas, tanto na vida como profissionalmente. No dia-a-dia devemos lembrar sempre em formar cidadãos que saibam fazer suas próprias escolhas, sendo também seres pensantes e críticos.
" A gente se acostuma demais, pra não sofrer. Em doses pequenas, pra não perceber, vai afastando..."
Retirando essas falas do texto, observo que o declínio na qualidade da educação vem sendo notado há tempo. Mas "a gente se acostuma" com alunos mais desinteressados (ou seria com outros interesses?), com famílias com menos tempo (assim como nós mesmos), com a desvalorização da profissão, com baixos salários, com um currículo ampliado, com o descompasso com as evoluções tecnológicas, com desigualdades de níveis na sala (apesar de acreditar que sempre foi assim), com a diversidade cultural, com a estrutura familiar diferente e abalada...
Mas, pra não doer tanto, fechamos olhos, ouvidos e a porta da sala de aula! Pra não sofrer tanto...
Agora, abrem nossos olhos, gritam em nossos ouvidos, mexem com nossa estrutura, nos tiram da sala de aula (inclusive à noite)! Dói, incomoda,dá trabalho...
Mas é preciso, está na hora de mudar, de estudar, de refletir, de melhorar, de renovar. Dá trabalho, mas A GENTE SE ACOSTUMA!!
Interessante as suas colocações colega. Gostaria de contribuir e aprofundar esta reflexão. Quais são os mecanismos que nos levam a crer que a educação está piorando? Quem elabora as provas e divulga os índices? Que parâmetros e critérios são utilizados? Enfim, quem está insistindo neste discurso, de modo que a gente se acostume! Concordo plenamente com a desvalorização do professor, e questiono: Em favorecimento de quem o professor é desvalorizado?
Não penso que estamos numa zona de conforto amiga Janice, mas sim estamos num mundo onde o tempo não é mais nosso aliado, pois tudo o que fizemos seja ir de uma escola a outra, seja realizar atividades em sala de aula, sentar e planejar uma aula, percebemos que o tempo passa muito rápido. E precisamos sim de uma rotina para poder acompanhar o tempo e, para principalmente, não ficarmos perdidos no espaço em que vivemos.
A nossa vida é, antes de tudo, ritmo: o pulsar do coração, as migrações das aves nos céus, os ciclos das estações, dos meses do ano, da duração dos dias. A chegada das chuvas orienta os agricultores. A vinda da noite regula nossas atividades. Até o crescimento de uma criança obedece a um ritmo! Ritmo e rotina, desta perspectiva, se equivalem.
O ritmo é a rotina construindo o nosso viver. Quando se quebram essas rotinas, usualmente, há sinais de preocupação. As secas e as inundações, por exemplo, são um problema sério quando são desagradáveis rupturas da rotina da natureza. Tais ciclos orientam as nossas atividades e nos ajudam a construir a nossa identidade. De modo algum minam a nossa criatividade.
Muitos educadores têm considerados as vantagens de estabelecer uma rotina em sala de aula que não deixando de lado a criatividade e a flexibilidade próprias do processo educativo, dê segurança e ritmo ao estudante na construção de sua aprendizagem.
Sempre que possível, datas decididas para a apresentação de trabalhos ou para verificação de determinados conhecimentos devem ser respeitadas. O estudante deve sentir-se seguro no espaço construído pela palavra de seu professor.
É importante que a turma compreenda o objetivo de tais ritmos e que possa participar na discussão do estabelecimento dos mesmos. A rotina da aula não pode ser vista como algo claustrofóbico, punitivo, inflexível, mas como parte do processo da própria construção da liberdade. Ela pode e deve envolver a participação ativa dos estudantes. Parece que os jovens de hoje estão sendo educados com o conceito de que a rotina é algo nefasto e enjoativo, que deve ser evitado a qualquer custo. Poucos parecem perceber que, na verdade, a rotina é o sustentáculo da própria liberdade – porque só através da dedicação paciente e contínua que o ser humano pode explorar adequadamente suas potencialidades. A rotina é fundamental na organização da vida de cada ser, é o eixo estruturante através do qual nos desenvolvemos e nos configuramos como ser gregário que somos.
Se tomarmos o termo “rotina” por mera repetição mecânica de atos, sem consciência, realmente não teremos resposta mais adequadas dos jovens. Assim, vejamos a rotina como atos introjetados através de experiências de vida, erros, acertos e descobertas. Durante a formação da criança, possui singular relevância a prática reiterada de hábitos a partir dos modelos paternos e sociais.
A zona de conforto a qual me refiro, não é de sobra de tempo e conforto do professor e sim de desafiar e ser desafiado, não levando em conta somente quantidade e sim qualidade. Concordo que somos escravos do tempo e que por isso muitas vezes nos "acostumamos" com algumas práticas.
O vídeo é muito profundo e faz a gente refletir muito. O nosso dia-a-dia é muito agitado e corrido ninguém tem mais tempo. Estamos acostumados a várias situações que, sem pensar, repetimos e repetimos e sempre damos um jeitinho para resolver. Muitas vezes esquecemos de refletir sobre nossas ações, pensar um pouco em nós como pessoa (ser humano) e dar-se um tempo.
É, realmente tirei essa trecho da internet e não falei em frente ao grupo, no momento porque perdi meu chão, e falei que havia feito um trabalho de pós referente ao assunto. Peço desculpas pela falta de ética no momento perante o grupo, mas quero agradecer por ter me ridicularizado perante a mídia e perante o grupo. Claudete Lindemann
Estou gostando de ver... É isso ai pessoal. Em breve entro nesses debates. Será que poderemos ter mais participações? Tem muita gente boa nesse grupo, vamos lá pessoal.
Pelo que pude perceber,o vídeo desacomodou nossos pensamentos! Fiquei pensando: a gente se acostuma mesmo? ou a gente se acovarda, se protege? Será que tem coisas que a gente tem mesmo que se acostumar com elas? Penso que a gente não pode se acostumar com as coisas ruins e negativas. A gente não deve se acostumar com aquilo que nos faz mal. E na educação.... que aluno estamos ajudando a "formar"? Um aluno que vai reproduzir, se acostumar às situações impostas pela vida? Não tenho as respostas para todas essas questões, mas acredito que nossas horas de estudo e discussão irão contribuir muito para melhorarmos cada vez mais o nosso trabalho docente e a aprendizagem de nossos alunos.
É cruel..., mas é isso mesmo que acontece. A gente se acostuma. Acostuma-se com o dia a dia, acostuma-se com as pessoas que nos cercam, acostuma-se com os nossos afazeres, acostuma-se a essa loucura que é o mundo globalizado. O bom de ser professor, tanto em sala de aula como fora, é que existem “seres” que exigem não nos acostumarmos com esse negócio de acostumar-se, por isso é extremamente importante estarmos nos reciclando e nos aperfeiçoando. Vamos nos acostumar a isso?
Muito profundo o vídeo a que assistimos, tanto no âmbito profissional quanto pessoal. Assim como na vida pessoal, a acomodação é um sinal de que não há mais busca pelo novo, por desafios, por motivação, quando parece que já tem- se tudo que poderia alcançar... Assim também o é na vida profissional. Hoje já se está “acostumado” e muitos acham até natural o famoso “jeitinho brasileiro” de resolver as coisas. Já nos acostumamos com a violência, com a corrupção, com a desvalorização de algumas profissões... Embora saibamos que para algumas questões não há soluções rápidas, precisamos de entusiasmo, de motivação e de dinamismo na nossa prática docente. Caso contrário, seremos cúmplices de uma educação onde não há aprendizagem significativa. Aulas interativas, métodos diferentes, uso de tecnologias, ambientes variados para aprendizagem, pesquisas, saídas de campo, contextualizar os assuntos trazidos, buscar a autonomia no aluno, ensinando-o a pesquisar... são algumas das ações de um professor preocupado com a educação.
ResponderExcluirO texto apresentado no vídeo é bastante complexo, não pelas palavras ou termos utilizados, mas sim pelas reflexões a que remete. De fato, estamos acostumados a uma série de coisas ou situações no nosso dia-a-dia, tanto pessoal como profissional; estamos inseridos num agito ou corrida diária que, mesmo sem perceber (ou percebendo, mas sem "insight" para mudar), caímos no que podemos chamar de "zona de conforto". Como educadores, também estamos acostumados a agir de determinadas maneiras ou didáticas, esquecendo de buscar alternativas. Muitos de nós, entram na sala e só saem na hora do intervalo ou no fim da aula; muitos respondem ao aluno "isto não é a minha área"; ficamos agradecidos quando os alunos passam o turno sentados, quietos e trabalhando... Precisamos nos desacomodar, refletir e perceber com o que estamos acostumados e o que devemos mudar para realmente atingir os objetivos da educação, em busca da aprendizagem significativa e da participação do aluno crítico.
ResponderExcluirRelembrando a frase de Gerhard Bernard Shaw: " Não sou um professor; apenas um companheiro de viagem para quem você perguntou o caminho. Eu apontei adiante, adiante de mim mesmo e de você."
ExcluirDiscordo com o início, SOMOS PROFESSORES SIM!
Mas sim, temos que apontar os caminhos, novos caminhos, outros caminhos!!!
Assim teremos um aluno observador, participativo, pesquisador, autônomo.
Concordo com você Daniela. Muitas vezes estamos trabalhando com nosso aluno nessa "zona de conforto". O simples fato de sentarmos um atrás do outro, usarmos o livro didático como única referência muitas vezes,são indícios de que nos acostumamos a algumas práticas. Por isso me questiono muitas vezes: o que realmente é uma aula significativa para nossos alunos?
ExcluirAbraços.Elaine
Concordo com a fala, pois a nossa vida é uma correria só. Não paramos nunca, se esquece até de viver, sentir, sorrir, sempre lutando.
ResponderExcluirNão se rebate em nada, sempre se concorda em tudo para não sofrer as consequências. Nos educadores devemos formar cidadãos críticos, conscientes que saibam fazer escolhas significativas para a sua vida. Que sejam capazes de argumentar e defender a sua opinião.
O texto é a mais pura verdade. Todos correm, e correm o dia todo. Ou é prá isso ou é prá aquilo. Mas como fazer diferente se estamos inseridos num mundo capitalista e globalizado, onde o TER é mais importante do que o SER? Ninguém tem tempo. Sempre estamos atrasados. Dizia-se quê, quando viesse o computador, aí sim, teríamos mais tempo para nós. Ironia. Com tudo isso, quem mais sofre são as nossas crianças, que falam, falam o dia todo, mas ninguém tem tempo de escutá-los. Na escola, temos pressa com os conteúdos, as metas, as provas... Em casa, liga-se todo e qualquer aparelho para se interter a criança. Depois, vai dormir. É outro dia. Tudo começa de novo e a gente vai se acostumando....
ResponderExcluirInteressante as tuas colocações!
ExcluirPorém não podemos deixar a correria tomar conta de tudo.Cuidado com a pressa...
Devemos lembrar que na sala de aula temos ritmos diferentes de aprendizagem,que precisam ser respeitadas e enfrentadas. Sendo assim, precisamos estar nos atualizando a cada momento, procurando fundamentação teórica e subsídios para avançar. Acredito que uma das melhores formas de trabalhar com as diferenças na sala de aula é através dos projetos escolares, onde existe uma maior interação do aluno e do professor. O professor deve saber desenvolver os conteúdos nos projetos que são trabalhados em sala de aula, tornando a aula mais interessante e desafiando motivando os alunos a participar.
Interessantes as colocações feitas por vocês gurias!
ResponderExcluirAo assistir o vídeo, questiono certas práticas com as quais nos ACOSTUMAMOS: aulas divididas em períodos, disciplinas, conteúdos... São concepções compreendidas como verdades absolutas, que não são questionadas. Penso que é nosso função, como educadores, questionar constantemente nossa prática, nos conscientizarmos da pressão exercida pelo mercado de trabalho sobre a escola, saber qual o valor que o currículo escolhido tem para os alunos e para a comunidade, a quem favorecem nossas escolhas e como estas escolhas nos afetam.
O vídeo é muito interessante, mexe com a gente. Devemos realmente pensar em tudo aquilo que a gente se acostuma, mas na educação temos que ter o cuidado para não se acostumar. Nós educadores precisamos buscar atualizações, ter uma boa formação, usar novas tecnologias, atualizar-se em novas tecnologias, saber trabalhar bem em equipe, planejar e avaliar sempre, ter atitudes e posturas profissionais. Como disse a palestrante de sábado, devemos formar pessoas pensantes que saibam fazer suas escolhas , ensinar a questionar e pesquisar.
ResponderExcluir“ As pessoas devem se alinhar e trabalhar juntas em direção a uma meta, mas isso não acontecerá sem uma cultura da confiança.” Vineet Nayar
O vídeo "A gente acostuma, mas não deveria" nos diz muito. Muitas vezes é mais facil acostumar pois sempre é do mesmo jeito e por isso é mais cômodo. Sabemos que ousando e criando o novo, temos melhores resultados, mas também é mais trabalhoso e assim vamos fazendo como sempre e nos acostumando. Como educadores devemos sair da zona de conforto e também tirar o nosso educando da sua zona de conforto, desafiando a se preparar mais e melhor para os obstáculos que terá que enfrentar na vida.Não somos máquinas que precisam obedecer aos programas nelas regulados, somos seres pensantes e que devem formar opinião própria e seguir sempre em busca de seus ideais.
ResponderExcluir"Se acostuma mas não deveria". De fato o vídeo apresentado mexe com a gente e nos faz refletir, de imediato nos faz repensar no verdadeiro valor da vida, momentos em que nos perguntamos: O que fazemos? Onde queremos chegar? Qual é o caminho a seguir? Onde está a felicidade? Muitas vezes as coisas importantes estão bem próximas de nós e deixamos de enxergar. Portanto devemos nos organizar e planejar as coisas, tanto na vida como profissionalmente. No dia-a-dia devemos lembrar sempre em formar cidadãos que saibam fazer suas próprias escolhas, sendo também seres pensantes e críticos.
ResponderExcluir" A gente se acostuma demais, pra não sofrer. Em doses pequenas, pra não perceber, vai afastando..."
ResponderExcluirRetirando essas falas do texto, observo que o declínio na qualidade da educação vem sendo notado há tempo. Mas "a gente se acostuma" com alunos mais desinteressados (ou seria com outros interesses?), com famílias com menos tempo (assim como nós mesmos), com a desvalorização da profissão, com baixos salários, com um currículo ampliado, com o descompasso com as evoluções tecnológicas, com desigualdades de níveis na sala (apesar de acreditar que sempre foi assim), com a diversidade cultural, com a estrutura familiar diferente e abalada...
Mas, pra não doer tanto, fechamos olhos, ouvidos e a porta da sala de aula! Pra não sofrer tanto...
Agora, abrem nossos olhos, gritam em nossos ouvidos, mexem com nossa estrutura, nos tiram da sala de aula (inclusive à noite)! Dói, incomoda,dá trabalho...
Mas é preciso, está na hora de mudar, de estudar, de refletir, de melhorar, de renovar. Dá trabalho, mas A GENTE SE ACOSTUMA!!
Interessante as suas colocações colega. Gostaria de contribuir e aprofundar esta reflexão. Quais são os mecanismos que nos levam a crer que a educação está piorando? Quem elabora as provas e divulga os índices? Que parâmetros e critérios são utilizados? Enfim, quem está insistindo neste discurso, de modo que a gente se acostume!
ExcluirConcordo plenamente com a desvalorização do professor, e questiono: Em favorecimento de quem o professor é desvalorizado?
Não penso que estamos numa zona de conforto amiga Janice, mas sim estamos num mundo onde o tempo não é mais nosso aliado, pois tudo o que fizemos seja ir de uma escola a outra, seja realizar atividades em sala de aula, sentar e planejar uma aula, percebemos que o tempo passa muito rápido. E precisamos sim de uma rotina para poder acompanhar o tempo e, para principalmente, não ficarmos perdidos no espaço em que vivemos.
ResponderExcluirA nossa vida é, antes de tudo, ritmo: o pulsar do coração, as migrações das aves nos céus, os ciclos das estações, dos meses do ano, da duração dos dias. A chegada das chuvas orienta os agricultores. A vinda da noite regula nossas atividades. Até o crescimento de uma criança obedece a um ritmo! Ritmo e rotina, desta perspectiva, se equivalem.
O ritmo é a rotina construindo o nosso viver. Quando se quebram essas rotinas, usualmente, há sinais de preocupação. As secas e as inundações, por exemplo, são um problema sério quando são desagradáveis rupturas da rotina da natureza. Tais ciclos orientam as nossas atividades e nos ajudam a construir a nossa identidade. De modo algum minam a nossa criatividade.
Muitos educadores têm considerados as vantagens de estabelecer uma rotina em sala de aula que não deixando de lado a criatividade e a flexibilidade próprias do processo educativo, dê segurança e ritmo ao estudante na construção de sua aprendizagem.
Sempre que possível, datas decididas para a apresentação de trabalhos ou para verificação de determinados conhecimentos devem ser respeitadas. O estudante deve sentir-se seguro no espaço construído pela palavra de seu professor.
É importante que a turma compreenda o objetivo de tais ritmos e que possa participar na discussão do estabelecimento dos mesmos. A rotina da aula não pode ser vista como algo claustrofóbico, punitivo, inflexível, mas como parte do processo da própria construção da liberdade. Ela pode e deve envolver a participação ativa dos estudantes.
Parece que os jovens de hoje estão sendo educados com o conceito de que a rotina é algo nefasto e enjoativo, que deve ser evitado a qualquer custo. Poucos parecem perceber que, na verdade, a rotina é o sustentáculo da própria liberdade – porque só através da dedicação paciente e contínua que o ser humano pode explorar adequadamente suas potencialidades. A rotina é fundamental na organização da vida de cada ser, é o eixo estruturante através do qual nos desenvolvemos e nos configuramos como ser gregário que somos.
Se tomarmos o termo “rotina” por mera repetição mecânica de atos, sem consciência, realmente não teremos resposta mais adequadas dos jovens. Assim, vejamos a rotina como atos introjetados através de experiências de vida, erros, acertos e descobertas. Durante a formação da criança, possui singular relevância a prática reiterada de hábitos a partir dos modelos paternos e sociais.
A zona de conforto a qual me refiro, não é de sobra de tempo e conforto do professor e sim de desafiar e ser desafiado, não levando em conta somente quantidade e sim qualidade. Concordo que somos escravos do tempo e que por isso muitas vezes nos "acostumamos" com algumas práticas.
ExcluirO vídeo é muito profundo e faz a gente refletir muito. O nosso dia-a-dia é muito agitado e corrido ninguém tem mais tempo. Estamos acostumados a várias situações que, sem pensar, repetimos e repetimos e sempre damos um jeitinho para resolver. Muitas vezes esquecemos de refletir sobre nossas ações, pensar um pouco em nós como pessoa (ser humano) e dar-se um tempo.
ResponderExcluirMas não é que eu li um texto igualzinho num site do google da colega anônima acima!!! Isso que é opinião...
ResponderExcluirÉ, realmente tirei essa trecho da internet e não falei em frente ao grupo, no momento porque perdi meu chão, e falei que havia feito um trabalho de pós referente ao assunto. Peço desculpas pela falta de ética no momento perante o grupo, mas quero agradecer por ter me ridicularizado perante a mídia e perante o grupo. Claudete Lindemann
ExcluirEstou gostando de ver... É isso ai pessoal. Em breve entro nesses debates. Será que poderemos ter mais participações? Tem muita gente boa nesse grupo, vamos lá pessoal.
ResponderExcluirPelo que pude perceber,o vídeo desacomodou nossos pensamentos! Fiquei pensando: a gente se acostuma mesmo? ou a gente se acovarda, se protege? Será que tem coisas que a gente tem mesmo que se acostumar com elas? Penso que a gente não pode se acostumar com as coisas ruins e negativas. A gente não deve se acostumar com aquilo que nos faz mal.
ResponderExcluirE na educação.... que aluno estamos ajudando a "formar"? Um aluno que vai reproduzir, se acostumar às situações impostas pela vida?
Não tenho as respostas para todas essas questões, mas acredito que nossas horas de estudo e discussão irão contribuir muito para melhorarmos cada vez mais o nosso trabalho docente e a aprendizagem de nossos alunos.
Bom, sobre o vídeo:
ResponderExcluirÉ cruel..., mas é isso mesmo que acontece. A gente se acostuma. Acostuma-se com o dia a dia, acostuma-se com as pessoas que nos cercam, acostuma-se com os nossos afazeres, acostuma-se a essa loucura que é o mundo globalizado. O bom de ser professor, tanto em sala de aula como fora, é que existem “seres” que exigem não nos acostumarmos com esse negócio de acostumar-se, por isso é extremamente importante estarmos nos reciclando e nos aperfeiçoando. Vamos nos acostumar a isso?
Boa noite! Estamos reunidos para mais uma noite de reflexão!
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